Sunday, December 07, 2008

CAPITU IMPERDÍVEL !!!

Estréia nesta segunda (9/12) como uma das protagonistas (Capitu moça), a estonteante carioca Letícia Persiles (25) que ao lado da paranaense Maria Fernanda Cândido (33 - Capitu adulta) farão a protagonista da minissérie do diretor Luiz Fernando Carvalho, baseada em Dom Casmurro de Machado de Assis. O trabalho faz parte do projeto "Quadrante" da TV Globo, que pretende traduzir grandes momentos da literatura brasileira. Não podemos perder isto!!!


Letícia Persiles, filha de minha belíssima amiga atriz Valkiria Persiles, é vocalista do grupo de rock alternativo "Manacá" que tem feito um belo trabalho de tradução do nosso folclore dentro da música brasileira contemporânea e que promete em breve despontar em nossas paradas e vir morar de vez em nossos corações. Quem conhece o trabalho do Manacá no palco é unânime em afirmar que a presença de Letícia lá é arrasadora.



Além da promissora carreira como cantora, Letícia vem estudando arte dramática desde os 11 anos, tem atuado em teatro alternativo e estudou folclore na Universidade Federal Fluminense em seu curso de produção cultural. Esta influência da dramaturgia é sentida no palco, onde também é vista como meio cigana e meio bailarina, ela explica: "No meu sangue corre teatro. Isso influencia diretamente no meu comportamento em relação ao Manacá tanto durante o show, nas performances de palco, quanto antes, na preparação e depois, quando ele termina. Existe uma série de rituais sagrados do teatro que não pretendo largar nunca".



Chamada também de "Bruxinha" e de "Angelina Jolie brasileira", só sei dizer que Letícia é danada de bonita e que bastou-me ouvi-la cantar para ficar encantado! Vamos vê-la, ué!




O QUÊ DIZEM DELA:

"A Capitu precisava ser vivida por uma atriz com atitude, que visse o mundo de uma maneira desglamourizada, e a Letícia traz isso tudo: ela canta numa banda de rock independente e participa de um grupo de teatro de rua. - Luiz Fernando Carvalho, diretor.


"Ambas possuem olhos que ameaçam arrastar e tragar. Perfeitos - e idênticos - olhos de ressaca!" (Sobre Letícia e Matia Fernanda) - Cláudia Sarmento - Revista da TV - O Globo.









O grupo Manacá:



Friday, October 31, 2008

Minha amiga, e bela poeta paulista, Cissa de Oliveira, a quem chamo carinhosamente de "priminha" está promovento, junto à editora Nova Aldeia, uma antologia de poesia temática, a qual publicamos abaixo o chamado. A antologia é pelo sitema cooperativo de cotas, creio que é uma boa oportunidade para quem quer mostrar o seu trabalho.



Regulamento para participação na Antologia

“A Espessura do Silêncio”

“A espessura do Silêncio”. Este é o tema da antologia coordenada pela escritora, professora e bióloga Cissa de Oliveira. O tema é leve mas nem por isto fútil. Assim, se você é maior de 18 anos, “solte o verbo” em prosa ou em versos e participe desta antologia projetada para ser de alto nível. A previsão de lançamento é fevereiro de 2009.
O que está incluído:
Cinco páginas por autor em texto único ou não, e mais uma nota biográfica resumida (5 linhas)
A revisão ortográfica dos textos que deverão ser em português
Diagramação
Criação da Capa
Registro na Biblioteca Nacional (ISBN), Registro na Câmara Brasileira do Livro (Ficha Catalográfica) e Depósito Legal junto à Biblioteca Nacional.
Direito a dez exemplares por autor, e a adquirir outros com desconto de 15%
Serviços não incluídos: Frete, Marcadores, Digitação, Leitura Crítica.
Especificações: Cada página compreende 33 linhas. Os textos (em português) deverão ser digitados na fonte Times new Roman, tamanho 12 e espaçamento 1,5.
Formato do livro: 14 x 20,7 cm , miolo em PB papel off-set 75 gramas e capa colorida.
Inscrições: Período: de 25 de outubro até 31 de dezembro pela internet ou pelo correio: Rua Amador Bueno, 225 – Bloco I – apto. 114 – Vila Industrial-Campinas - SP - CEP 13035-030.
1) Preencher a Ficha de Inscrição e enviá-la com o texto e a mini-biografia para o e-mail: cissa.oliveira@gmail.com ou par ao endereço acima.

2) Taxa de adesão: R$ 261,40 (podendo ser parcelado em duas vezes).
- O pagamento da primeira parcela deverá ser efetuado no ato de inscrição, sendo confirmado o recebimento de cada parcela.
- Dados para o depósito: Banco do Brasil: Ag. 3551-3 – Conta corrente: 8841-2. Enviar o comprovante de pagamento para o e-mail ou para o endereço citado acima.

O regulamento está publicado também do blogue da Editora Nova Aldeia.
http://editoranovaaldeia.blogspot.com/



Saturday, August 09, 2008

Editado finalmente o livro que dá título a este blog!












Doze anos após a publicação de meu terceiro livro de poemas, O Embebedário Diverso, consegui finalmente reunir poesias, tempo e dinheiro para editar, também independente, este "O Lento Alento", que traz uma bela capa da artista plástica brasiliense Alzira Cardoso Marques.



O livro de 64 páginas, que teve vários poemas publicados em jornais e blogs do país, já pode ser comprado pelo correio, através de contado por email (altairolivei@gmail.com) ao preço de 10 reais cada exemplar e pode também ser adquirido em algumas livrarias do país (vide lista abaixo). Apesar de não ter tido ainda um lançamento merecido devido à falta de tempo (pretendemos fazê-lo quando setembro vier), O Lento Alento já teve cerca de 300 exemplares vendidos e está sendo bondosamente elogido por aqueles que o leram, um pequeno grupo de gente amiga, gatas e gatos-pingados-de-ouro, como bem dizia o nosso gande J. J. Veiga. Thanks so so much!!!







Três poemas:


AMANHÃ DE NÉVOA

De muito minha que fostes
No pouco que me tivestes
Já sinto que te pertenço
E te peço, intenso, na prece!

Ficar aqui sem você
Judia, esfria, entristece...
Já te lembrar, dá prazer!
Aquiesço que me aqueces.

Lembro o teu corpo despido
Quando meus braços te vestem
Parece que está florido...
- Eu juro que resplandeces!

Quem sabe um dia aconteça
Que esqueças que me esquecestes
E outra vez me apareças
Com manhas que me amanhecem!



***


A AUSÊNCIA DE PRESENTE

Honestamente,
nós não queremos de presente
um futuro melhor...

Queremos um presente melhor.
Queremos um melhor presente!


***


O PÁSSARO DE LATA

Inventei para ti um pássaro de lata
armado de cordas e que se pode armar,
por meio dum encanto, inesperado canto
e se postar esperando num canto da sala.
Um urutau-de-gala, um pássaro malhado,
desprovido de norte, de mortes, de matas...
Pássaro sem asas, (para se ter em casa!)
com olhar maquiado, maquinando trinar,
treinando entonações possíveis de pintar
de tua mente atenta e, repentinamente,
refletir todas cores que lançares ao ar!!!





Poemas de Altair de Oliveira - In: O Lento Alento.




O que disseram do livro:




"Sua obra é um misto de relâmpagos de luz com sentimentos e sensações que não fosse tamanha sensibilidade poderiam passar despercebidos! Parabéns!" - Luci Liliana – poeta de Ponta Grossa-PR.



"Estou simplesmente encantada com suas poesias! Que dom maravilhoso que Deus lhe deu, o de aquecer o nossos corações, às vezes cansado e desiludido com a vida e com as pessoas!" - Denise Almeida - Contagem-MG.



"Para que tudo entre todos se reparta"...que bom que o Altair resolver repartir com todos essa maravilha...que alguns poucos privilegiados já conheciam. Obrigada por você existir e nos presentear com esses momentos tão fortes e sensíveis ao mesmo tempo." - Vanda Garbúglio, irmã do autor.



"Tua poesia me encanta! Tuas palavras dançam na minha página com delicadeza. Obrigada! " - Nádia Regina - Porto Alegre.






O Lento Alento, onde comprar:



Como o livro é ainda uma publicação independente ele tem a sua distribuição cara e difícil, por isto temos atendido aos pedidos pelo correio através de meu próprio email. Além disso estamos tentando conquistar espaço em livrarias importantes em diversas cidades do país e já conseguimos levá-los aos seguintes sites:



- Em Belo Horizonte: na Livraria Manuscritos (Café Book), na rua Padre Rolim, 616, esq. Av. Brasil.

- Em Campo Grande - MS : na Livraria Lê;

- Em Cuiabá - MT: Livrarias Janina;

- Em Cuiabá - MT: Livraria Adeptus;

- Em Curitiba - PR: Livrarias Curitiba (em diversos pontos da cidade);

- No Rio: Livraria Leonardo da Vinci, na Rua Rio Branco, 175.

- Em São Paulo: na Livraria Asabeça.

Tuesday, March 11, 2008

HILDA HILST

"Irmão do meu momento: quando eu morrer
Uma coisa infinita também morre.
É difícil dizê-lo:
MORRE O AMOR DE UM POETA.
E isso é tanto, que o teu ouro não compra,
E tão raro, que o mínimo pedaço, de tão vasto
Não cabe no meu canto."
Hilda Hilst.

CECÍLIA MEIRELES


"Sei que canto. E a canção é tudo.

Tem sangue eterno a asa ritmada.

E um dia sei que estarei mudo:

- mais nada."

Cecília Meireles.
AS POETAS - I -

Como diriam Adriana e Clarice: eis aqui algumas divas dadivosas, que moram bem perto de meu coração selvagem...

EMILY DICKINSON

"A word is dead When it is said, Some say.
I say it just Begins to live That day."
Emily Dickinson.


Sunday, September 30, 2007


As mulheres, as melhores.

Devo aqui confessar, antes de tudo, que amo muito as mulheres e que foram elas mesmas que me ensinaram ser assim. Tive a felicidade, desde cedo, de ser acompanhado e assistido por estes seres carinhosos e guerreiros obstinados em contruir e manter as belezas do mundo. Sei que não as amo o tanto que merecem, mas isso pode ainda mudar. De qualquer modo, para mim elas são as melhores e ponto.
Por isso que me emociono tanto quando leio um livrinho como este "A Ciranda das Mulheres Sábias" da pa poeta e psicóloga americana Clarissa Pinkola Estés (veja trecho abaixo). O livro traz um texto multifacetado que, em primeira mão, podemos considerá-lo como poesia ou como prosa, ou como um livro de conselhos ou ainda como um livro de preces ou muito mais. O que importa é que esta leitura me trouxe um grande prazer que amaria compartilhar.
Para que possam brindar comigo, pois:

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- 7 -
Por todas as filhas inteligentes, desconhecedoras, sem rumo e pelas que tudo sabem... pelas filhas que estão avançando direito ou que prosseguem aos trancos... pelas que estão aprendendo a chorar novamente... pelas que estão aprendendo a gargalhar... por todas elas, não importa se estão saudáveis, curadas ou não, não importa de que classe, clã, oceano ou estrela... por todas as filhas que herdaram amor em abundância de antepassadas queridas que já se foram, mas que mesmo assim ainda fazem visitas... por todas as filhas que um dia ouviram por acaso o conselho de uma sábia destinado a outros ouvidos, mas estas "palavras certas na hora certa" causaram uma centelha que iluminou seu mundo daquele momento em diante para sempre... por toas as filhas que ouviram a sabedoria, não a entenderam, mas a guardaram para o dia em que conseguiram compreender... pelas filhas que remam sozinhas e cujas antepassadas escolhidas foram por necessidade encontradas em livros queridos, em imagens norteadas captadas no cinema, na pintura, na escultura, na música e na dança... pelas filhas que absorvem o bom senso e as atitudes necessárias trazidas por espíritos de sabedoria, ásperos e evanescentes que aparecem em sonhos noturnos... pelas filhas que estão aprendendo a escutar a velha sábia da psique, aquela estranha sensação interior de nítida percepção, de audição, noção e ação intuitivas... pelas filhas que sabem que esta fonte de sabedoria interior é como a panela de mingau dos contos de fada que, por mágica, nunca se esvazia por mais que se derrame seu conteúdo...

Por elas...
abençoadas sejam suas belezas, tristezas
e buscas; que sempre se lembrem de
que perguntas ficam sem respostas,
até que sejam consultadas os dois modos
de enxergar: o linear e o interior.

Clarissa Pinkola Estés - In: "A Ciranda das Mulheres Sábias" Editora Rocco.

Friday, July 06, 2007

Adíos, Gracias...

Aqui uma pequena homenagem póstuma a 2 grandes poetas mortos neste mês recente.
O primeiro, Bruno Tolentino, de quem tive a felicidade de ler belos versos, entre os melhores que já se escreveram por aqui.
O segundo, Otto Raúl Gonzalez, cujos versos infelizmente vim conhecer recentemente, me fizeram apaixonar. Realmente um grande poeta, cuja trajetória de vida se confunde com a de seu país, a Guatemala. Bom proveito:

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INSTABILIDADE

"Eu fui dizer ao vento o que te disse
e o vento repetiu-o por toda a parte
tantas vezes que a idéia de abraçar-te
virou obsessão, ficou difícil

mudar de idéia, e dei-me conta disso
o dia em que me achei a procurar-te
no desvão entre a vida e o precipício,
exatamente onde tua andas... A arte

delicada de amar somada ao vento
torna-se um exercício irresponsável,
mas não foi culpa minha: do momento

em que eu fui misturar-te ao inefável
perdi-te, ou me perdi, não sei... Lamento
ver-nos no vento. Ó meu amor instável!


Bruno Tolentino - Poeta carioca, falecido em 27/06/2007

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Diez colores nuevos (fragmento)

Anadrio
Quien primero vio una nube de color anadrio
era un joven pastor de diecisiete abriles
que más tarde fue monarca de su reino
y hombre feliz hasta decir ya no,
porque el anadrio es el color de alegría
y de la buena suerte.
Y de la buena suerte!
Y de la buena suerte!
Y de la buena suerte!
En mil quinientos veinte
un español porquerizo de Castilla
vino a América y cuando se internó en la selva
vio un árbol de color anadrio;
ese mismo soldado de fortuna
más tarde coió con Carlos V
y fue virrey;
porque el anadrio es el color de la alegria
y de la buena suerte.
Y de la buena suerte!
Y de la buena suerte!
Y de la buena suerte!
En la época moderna otras personas
han visto objetos de color anadrio
y su suerte ha cambiado en forma radical.
Un pescador vio una sirena cuya cola
era anadria y desde entonces
pescó y pescó y pescó y ahora
es dueño de una flota ballanera;
porque el anadrio es el color de la alegria
y de la buena suerte.
Y de la buena suerte!
Y de la buena suerte!
Y de la buena suerte!
Vendia periódicos un niño,
rapaz sin desayuno, de pobreza trajeado,
un día en su camino vio una piedra
que era, por supuesto, de color anadrio.
Ese niño actualmente es accionista
de una inmensa cadena de periódicos;
porque el anadrio es el color de la alegria
y de la buena suerte.
Pinte usted
las paredes de su casa
de color anadrio
y le irá bien.

Otto Raúl Gonzalez - Poeta guatemalteco, falecido em 23/06/2007

Sunday, January 21, 2007


BIBLIOGRAFIA de ALTAIR DE OLIVEIRA:


- INSIGNIFICÂNCIA – 1978 – Conto escrito aos 17 anos, um dos vencedores do concurso “Grande Dourados de Literatura” e que foi publicado na antologia do respectivo concurso. Descreve as dificuldades encontradas por um adolescente em encontrar um lugar mais decente no mundo.

- FASES – 1982: Livro de estréia do autor com uma tiragem de 3000 exemplares, contém os poemas da fase adolescente (escritos dos 14 aos 21 anos) e descreve os temas típicos à adolescência e à poesia (infância, amor, sonho, deslumbramento, indecisão, medo, solidão, morte, etc). Poemas de influência romântica, parnasiana e modernista. Capa de Maria Lydia Junqueira Ferreira. 64 pg. Esgotado.

- CURTAVERSAGEM OU VICE-VERSO – 1988: Segundo livro do autor, com uma tiragem de 1000 exemplares, traz poemas mais curtos. Escrito entre 1982 a 1988, este livro é composto numa linguagem mais sintética, e tem uma temática um pouco mais voltada para questões filosóficas e sociais. Contém também 2 contos: “Quando Ontem Chegar” e “Romeu & Julieta, uma Cia Ltda”; duas pequenas tragicomédias sobre os desajustados no mundo. Capa de Adílson Schieffer. 64 páginas. Preço: R$ 10,00.

- QUANDO A FOME FORMIGA – 1995: Conto Infantil. Inédito. A história retrata uma sociedade de formigas onde a rainha, autoritária, diante de um dilema é obrigada a dar às súditas o direito de pensar, relata daí o exercícios das primeiras idéias.

- O EMBEBEDÁRIO DIVERSO – 1996: Neste terceiro livro, escrito de 1988 a 1996, o autor demonstra uma preocupação maior com a forma e com a musicalidade das palavras e do texto poético. Usando de, principalmente, tentar alcançar as margens da cor e som, os poemas do “Embebedário” tratam de temas diversos (sentimentos, ressentimentos, psicológicos, filosóficos, satíricos, sociais,etc). Este livro teve uma primeira edição de 1000 exemplares em 1988 (feita artesanalmente pelo próprio autor) e teve uma outra edição de 2000 exemplares em 2003. Capa de Adir Sodré. 64 páginas. Preço: R$ 10,00.

- A VIVA E A MARTA - Conto publicado no jornal “O Diário de Cuiabá” no dia de finados de 1997 com as ilustrações de Vitória Basaia. De uma pequena quitinete num arranha-céu de uma grande cidade, um jovem divaga romper a barreira da solidão diante da imagem de 2 mulheres: uma real e outra virtual, ideais e impossíveis. Publicado também na antologia “Contos da Terra, Contos da Garoa” em dezembro de 2007.

- ERA UM ANJO, GABRIEL... – Conto escrito em outubro de 2007 para participar da antologia de contos do grupo Terra da Garoa “Contos da Terra... Contos da Garoa”, publicada em dezembro de 2007. Num grande centro urbano brasileiro, um homem de meia idade decide, no dia de seu aniversário, perambular no centro da cidade entre mendigos, prostitutas e malandros, questionando seus próprios valores e suas forças para vencer na vida.

- O LENTO ALENTO – Inédito. Poemas escritos de 1996 a 2007.